Hoje vi isto no youtube. Fez-me recordar o dia em que eu, numa manobra inspirada com o skate novo do meu irmão, fiz toda a minha família lançar urros de alegria.
Na verdade, a manobra consistiu em pôr-me em cima do skate novo do meu irmão – ele próprio ainda não o tinha experimentado, e ao tentar começar a andar (ainda com apenas um dos pés no skate) e parti-lhe o eixo dianteiro. E os urros não foram bem de alegria, foram antes de gozo.
Aquele foi o skate com a menos vida útil de sempre. 5s bastaram para aquele skate pôr em prática manobras com as quais os outros skates apenas sonham. Sinto no mais íntimo de mim que aquele skate me tem eterna gratidão. Ao contrário do meu irmão que me agraciou com um período de trombas.