A propóstito deste hilariante vídeo do Ricardo Araújo Pereira, veio-me à memória uma história batida (frase adaptada de uma letra de Sérgio Godinho).
Todos nós sabemos a necessidade que os homens têm de ser maiores e melhores em alguma coisa. É algo tão inexplicável como genético. Para além de aspectos óbvios em que os homens tentam ser os maiores e os melhores, tal como o maior em altura, o maior em peso, o mais rico, o que tem a casa maior, o que tem o carro mais moderno, o que tem mais lâmpadas flurescentes em casa. Pronto, este último talvez não seja assim tão vulgar. Mas em Telhadela já houve um indivíduo que se gabava aos sete ventos (pelo menos aqueles sete ventos que arejam os tascos da aldeia) que era o homem da freguesia que possuia mais lâmpadas flurescentes em casa. E porque é que ele se gabava de uma facto aparentemente tão irrelevante? Bem, porque todos os outros factos mais interessantes já citados anteriormente tinham dono.
Este indivíduo afirmava que tinha lâmpadas flurescentes em todas as divisões de sua casa, o que deve ser bastante cómodo, especialmente na casa de banho. Já o estou a imaginar num dia em que a torneira anal não consegue conter o fluxo castanho. Vai ele a correr para a casa de banho com a intenção de se aliviar, e uma vez lá chegado caga no bidé, porque a luz ainda não está completamente acesa e só se consegue ter uma imagem bastante ofuscada das porcelanas.
Com este post estou obviamente a candidatar-me ao lugar de mais idiota da aldeia. A luta que se avizinha não se vislumbra nada fácil.
Nota do provedor: Neste post foi usada linguagem impregnada de povo, já que os factos relatados também o são.