
Como tenho tido muitas visitas a esta minha propriedade internética, resolvi combater isso. E qual é a melhor forma de afugentar as pessoas? A melhor forma de o conseguir é, sem dúvida, falar de política. Se o Marcelo Rebelo de Sousa o faz, porque não hei-de eu fazê-lo? O que é que eu sou menos que ele? Sou, sem dúvida, menos ssssopinha de massssssa. Mas talvez isso seja uma vantagem minha em relação ao Marcelo. Agora que penso nisso, acho que o Marcelo devia era estar calado. Todos nós sabemos – pelo menos os que não têm memória de peixe, que matéria de líder o compõe.
Indo ao que interessa, hoje são as eleições que decidem o canditato que o PPD-PSD irá apresentar em 2009 para concorrer contra Sócrates. Canditado derrotado por Sócrates, bem entendido.
A verdade é que o PSD não me diz directamente respeito, mas ainda assim acho péssimo que o maior partido da oposição apresente dois luíses miseráveis candidatos para os liderar até 2009. O inábil Mendes e o habilidoso Menezes. Não sei com qualquer deles irão melhor servidos. Mas garanto que com qualquer um destes, o PSD não mudará o seu estatuto de oposição para governo, podendo apenas deixar de ser o maior da oposição.
A política é realmente um local onde se juntam dos piores da sociedade. E o mais estranho é que são os piores de entre os piores que chegam mais alto. Deve ser um pré-requisito.
A política é um campo com implicações directas na vida de todos e de cada um de nós, mas apesar disso parece cada vez mais votada ao desinteresse geral. Será que faz sentido? Fica a questão.










